Você Manda | Blog

Este é um blog feito com textos enviados pelo internautas e publicados no UOL Blog.

Mande apenas textos feitos por você mesmo(a). Vale tudo o que seja relacionado a Carnaval: suas histórias mais divertidas, inusitadas, emocionantes etc.

05/02/2008

Texto enviado por Eric Fischer Rempe

"Galinho de BSBS acaba com gás de pimenta e truculência

Polícia de ARRUDA joga gás de pimenta em famílias com bebês, crianças e mães grávidas.
Gente, perdoem, mas minha filha e filhos de amigos levaram gás de pimenta numa "festa família", o Galinho de Brasília - hoje [ontem] 04/02/08.....
Um absurdo!!!!
Uma truculência!!!!
No Galinho de Brasília, que transcorreu sem uma única briga, a polícia não conseguiu liberar a rua, pois havia muitas famílias na rua e ainda se tocava samba, frevo e maracatu. Isto por volta das 19 horas.

Para liberar a rua foi chamada a TROPA DE CHOQUE, que, com escopetas em punho, gás de pimenta e bombas de efeito moral, provocou a maior correria, com crianças e velhos pisoteados, bebês e mães desesperadas com o gás de pimenta nos olhos e grávidas sendo acudidas. Um tumulto geral.

Pais, mães e cidadãos ENFURECIDOS passaram a hostilizar a polícia.
Até as 21 horas a rua ainda estava interditada e havia uma batalha campal. Coitados dos motoristas que, incentivados pela polícia, se aventuraram pela multidão. Carros arranhados e amassados, um absurdo.....

Amanhã [hoje], no Pacotão, vamos organizar um protesto e pedir a cabeça do irresponsável chefe de polícia que não teve a mínima habilidade para contornar a situação que era de festa e alegria.

Por isto, existem agora cidadãos revoltados gritando "COVARDIA! COVARDIA! COVARDIA!"
Muitos chamavam ARRUDA de "ditador", "traidor da população".
A única coisa que resta ao governador é DEMITIR o chefe de polícia e pedir desculpas à população.....

Não nos calaremos com este absurdo.

A tropa de choque é para bandido e não para crianças e bebês....
Gente, os caras vieram de ESCOPETA EM PUNHO.......DIVULGEM E PROTESTEM CONTRA ESTE ABSURDO....
No Rio, Recife e Salvador, apesar da criminalidade, nunca se viu desrespeito igual à população "dançante"."

03/02/2008

Texto enviado por Renato Machado

"O DESTINO TRAÇADO NO CARNAVAL

Renato Machado

Estávamos com uma vontade imensa de ir para o nosso 1º Carnaval , que foi finalmente aprovado pelos nossos pais. Estava ocorrendo na noite, em um Clube particular na cidade (que nesta noite foi aberta ao público) uma imensa festa com 6 bandas, em 3 ambientes. E após o término do show das bandas, haveria DJ’s. O Clube queria que as pessoas ficassem até tarde mesmo!!! rsrsrs....

Fui com os colegas. Minha intenção era pular carnaval, brincar, fazer bagunça. Cumpri minha devida promessa, porém, acabei conhecendo uma morena que estava pulando carnaval próximo de min, no mesmo ambiente. Ela era maravilhosa. Uma loira, alta, 18 anos, corpo de modelo... corpo de mulher mesmo! Sensacional. Estávamos eu e um amigo. Com a Loira, estava sua amiga, morena, ao seu lado.

E o barulho do som do carnaval rolando solto... e alto !!!

No momento eu pensei. Ela é muita “areia para meu caminhão”. Mais alta que eu, corpo perfeito, bem “turbinado”, magra, alta. Na primeira tentativa, ela me cortou. A morena iria ficar com meu amigo, só que a loira (a minha) começou a dizer que tinha namorado, não tinha como, e blá blá blá.

Eu, conscientemente, já estava desistindo por aquilo ser muito mais de meu nível. Não insisti muito! Apenas passei o número do meu celular para ela e peguei o numero dela. Resolvemos sair de lá, pois o trato meu e de meu amigo era os Dois ficarem juntos ou ninguém ficar com ninguém.

Sai do ambiente em que nos encontramos (não parando de olhar para ela dançar) e fui a outro ambiente. Em questão de 10 minutos ela deu um toque no meu celular. Já avisei meu amigo na hora e fui na esperança de uma segunda tentativa em que de certo.

Cheguei lá, comecei a dançar com ela, peguei na mão dela, comecei a abraçar... já tinha percebido que estava aumentando minha chance. Ela está começando a falar para ir embora. Eu falei: “Eu levo você, meu carro está na garagem.” Ela disse tudo bem.

Saímos eu, a loira, meu amigo e a morena, e finalmente ficamos. Durmi 3 dias pensando nessa mulher... ainda dizendo “Ela é “muito” para min!”

Hoje, estamos há 3 anos e muito bem casados e estamos contando nossa história de amor conhecida no Carnaval. Corra atrás.

Ah, e o namorado dela? Não, ela não tinha nenhum namorado. Apenas usava estes argumentos para todos os homens que quisessem ficar com ela."

Texto enviado por José do Espirito Santo

"CRÔNICA DO MEU CARNAVAL

José do Espirito Santo

Tempos de tamborins bacantes ( I )

Acaba de ser descoberto um elo perdido entre os jacarés de ontem e os de hoje. Será que isto dá samba ? Evidente que sim. Entre nós não faltam motivos ou temas. Vamos tentar, então. Prometo faze-lo em duas crônicas, talvez venha uma terceira, antes das cinzas, à medida em que me venha a inspiração momesca.

E agora neste tempo de carnaval, dou asas à imaginação para descobrir as origens dos tamborins, para mim um dos mais intrigantes instrumentos da folia. São tão pequenos, mas fazem muito alvoroço. Mas não é só isso. São também, a meu modo de ver, os puxadores do balançado dos corpos, entre o sensual e o artístico. O molho da bateria, para ser mais preciso. E não é à toa que são endeusados nas letras das marchinhas, de Noel Rosa ( cem mil réis) e Roberto Carlos ( Negro Gato) , com passagens também pela baiana Asa de Águia.

E na tarefa de, neste carnaval, me dedicar mais às folhas que às folias, eu me propus a buscar o porquê de existirem características morfológicas entre os bacantes e os tamborins, neste tempo. E por que se relacionam, tanto com as formas mais primitivas como com as atuais. Estou à busca de tal elo perdido, em suave vôo de um condor. Assim como os arqueólogos as encontraram nos ancestrais crocodilos e jacarés, também haverei de encontrar tal ligação. Claro. Depois que falei dos elos entre os lagartos brasileiros da Serra das Confusões e os textos de Guimarães Rosa e também vi semelhanças com o “urahomoterrificus” numa simples foto-folha seca de figueira (fícus), asseguro que já estou na trilha de esclarecer o significado.

Dá pra ver que acredito muito na amplitude da escrita. E, de imediato, vou à helênica mitologia. Encontro a história de Dioníso ( Baco) com a singular, única talvez na literatura de ter sido gestado pelo masculino ( Zeus), na seqüência dos fatos de sua mãe ter morrido antes que ele nascesse ( seis meses) quando teve que ser retirado do seu útero e ter sido “implantado” sob a pele da coxa de seu pai, de onde nasceu. Olhe só que história estapafúrdia ! Acaba a ciência, hoje, de divulgar a possibilidade de um “esperma feminino”. E já na antiguidade grega, um masculino deu à luz.

Bom. Não quero atrapalhar o carnaval de ninguém. Páro, por hoje. Hoje cedo ouvi sinos de uma Catedral de Nossa Senhora de Belém. Ela parecia me dizer que, se eu estivesse em desordem, que voltasse à ordem. Sinos servem para isso. Advertem-nos na hora certa.

Volto amanhã. Prometo."

Texto enviado por Filipe Olivieri

"Carnaval em Ouro Preto

Ouro Preto foi fundada como "Vila Rica" em 1711, e tornou-se a primeira capital de Minas Gerais em 1823. Hoje habitam a cidade-berço de Aleijadinho cerca de 70 mil habitantes, número que todos os anos é inflacionado por turistas de todas as partes do país e do mundo no Carnaval. Eu, paulistano de nascimento, estou em Ouro Preto há seis meses, e acompanhei nos últimos dias a transformação da pacata cidade em um complexo festivo e carnavalesco, com diversos palcos espalhados pelas históricas ladeiras, tendo como plano de fundo cenários como a Igreja Nossa Senhora do Rosário, imponente desde 1785.

No cair da noite começam os desfiles dos blocos, compostos pela tradicional população de Ouro Preto ou pelos estudantes das inúmeras Repúblicas da Universidade Federal, que sempre começam e terminam em festas regadas a cerveja cujo número de latas liberadas é usado como artifício de publicidade (20, 30 ou 50 mil). No Centro de Convenções os shows animam os foliões, começando por Jammil e Uma Noites -- que há três anos abre o carnaval mineiro e volta no dia seguinte para Salvador, e passando esse ano por Jeito Moleque, Manitu e até Velhas Virgens.

Tendo acompanhado os desfiles em São Paulo e Rio, posso dizer que o carnaval aqui em Minas é uma experiência completamente distinta e única. Apesar da estrutura física da cidade não comportar trios elétricos, a música não deixa de estar presente em nenhum dos becos e ruelas da cidade -- nem mesmo no bairro afastado do centro histórico que moro atualmente. A maioria dos turistas vem do Rio de Janeiro ou do próprio Estado, e a mídia no resto do país parece ainda não ter descoberto o carnaval ouropretano -- não tenho os dados numéricos, mas poucos portavam como eu a credencial de Imprensa e no geral não encontrei nenhum veículo de repercussão nacional.

Penso todavia que o Carnaval daqui tem tudo para ser um dos preferidos dos Brasileiros, e que tão logo for "descoberto" pela Grande Mídia deve ser tão disputado quanto o de Recife, Olinda ou Salvador. A administração municipal e a organização das Repúblicas já mostram competência para administrar tudo isso. E os foliões, turistas e nativos, já contagiam com alegria todos aqueles que chegam aqui pela primeira vez. É impossível não entrar na festa."

01/02/2008

Texto enviado por Gisilaine Andrade

"CRÔNICA HOMENS CARNAVALESCOS E SUAS SERPENTINAS INDOMÁVEIS

Sophia (Gisilaine Andrade)

E cá estamos em pleno Carnaval minhas amigas! A festa pagã de todas as festas!
E se há povo que possa falar de Carnaval com autoridade, sem dúvida que é o povo brasileiro!
E por trás desse espetáculo de ginga e cores, existe uma gama de profissionais empenhadíssimos em fazer do Carnaval o maior espetáculo do Mundo!
O Brasil pára, e todos dizem que o ano só começa após o Carnaval!
Também pudera, não é pra menos!
As mulheres que desfilam nas fantásticas escolas de samba aproveitam o verão pra malhar na academia, pegar aquela cor dourada para nos dias de Carnaval liberar geral!
Muitas deixam de lado suas roupas sóbrias e se largam sambando numa escola de samba num salto 15, usando um minúsculo tapa-sexo com penas coloridas, e viva o “top less” !! tudo pode! A mulherada vai liberando geral e como se cantasse num coro só o refrão: “Ô abram alas que eu quero passar...” (que poeticamente foi inspiração de uma das maiores compositoras brasileiras Chiquinha Gonzaga em 1889!) Numa época que o Carnaval era comemorado ao "chiquérrimo" estilo Veneziano, com bailes de máscaras, e restrito a salões de baile, onde as pessoas educadamente seguravam umas às cinturas das outras e puxavam um cordão dançante salão adentro! E o lança perfume era usado inocentemente como um complemento à animação! Confetes e Serpentinas cintilavam no salão!
Ah, minhas amigas...poesias a parte. Tudo mudou!
O Carnaval ao antigo estilo de glamour Veneziano deu lugar a um Carnaval muitas vezes sem limites entre a sanidade e a insanidade de homens e mulheres!
As mulheres com seus corpos esculturais vão despertando fantasias masculinas, os homens por sua vez acham que tudo pode no Carnaval! Em plena sexta-feira que antecede o feriadão já se enfiam em bares pra “tomar todas” Isso me remete à marchinha de Carnaval “Eu bebo sim, estou vivendo, tem gente que não bebe e está morrendo....” Muitas vezes a bebida não passa de subterfúgio para criarem coragem de se aproximar das mulheres, esses mesmos homens que durante o ano todo são completamente sem nenhum tipo de atitude perante o sexo feminino! Gostamos de homens de atitude lembram? Mas homens inteligentes, seguros e sóbrios!!!!
Claro que depois de alguns copos: Segura a onda! Eles saem por aí cantando num só refrão: “Eu mato...eu mato quem roubou minha cueca pra fazer pano de prato! "
Aliás, pra que cueca?
As serpentinas masculinas ficam indomáveis dentro delas, os homens se sentem a própria transformação do Hulk numa explosão de sensualidade. E salve-se quem puder!
Se eles encontrarem um traseiro feminino disponível a ser agarrado, são capazes de cantar o resto da noite “daqui não saiu, daqui ninguém me tira...”
E convenhamos minhas amigas: Será que tudo isso é realmente necessário? Que necessidade é essa de homens e mulheres sair liberando suas fantasias mais insanas...sem sequer se preocupar com os mínimos valores?
Passada a euforia muitas vezes virá o arrependimento em plena quarta-feira de cinzas!
Então esses mesmos homens completamente insanos com suas serpentinas indomáveis insistem em cantar que “Amélia não tinha a menor vaidade... Amélia é que era mulher de verdade...” Sim! Porque para esses homens machistas, a mulher pode tudo, ou melhor: a mulher dos outros! Porque a sua....ah, essa nem pensar em se divertir no Carnaval!
Amigas....estamos num país abarrotado de homens latinos com pensamentos e idéias absolutamente machistas! Mas nós mulheres poderosas sabemos que apesar da máscara o pobre “ ... Arlequim está chorando pelo amor da Colombina...no meio da multidão...” Porque entra Carnaval, sai Carnaval, e se os homens não souberem segurar suas Colombinas.... com certeza vão passar o resto da vida chorando no meio da multidão...
A não ser que ele seja tomado por uma coerência dificilmente vista e cante baixinho e romanticamente ao ouvido dela: "Vou beijar-te agora não me leve a mal, hoje é Carnaval...."

Texto enviado por Francisco Luz

"Sou um apaixonado por Carnaval. Não importa se no Rio, em Salvador e nesta maravilha chamada São Paulo. Meu sonho de consumo é poder participar dos tres  mas por enquanto ainda não consegui. Já pensou... São Paulo na Sexta e Sabado, Rio no domingo e segunda e Salvador na terça e Quarta. É uma realização pessoal que ainda vai acontecer. Com certeza. Esse ano decidi ficar em São Paulo. Na hora que ouvir o grito da escola escolhida vai ser uma lavagem total da alma. É festa, É grito é alegria. A melhor festa do mundo vai estar comigo neste final de semana.  É só aproveitar. Valeu."

Texto enviado por Gabi von Gal

"Olá, galera do UOL,

Minha história começa num lugar onde o carnaval é frio, nos dois sentidos -temperatura e animação-, mas, graças à comunidade de brasileiros que moram em Berlim, sempre tem um festa de carnaval animadíssima em algum bar brasileiro. No ano passado foi no BR 101. Uma coisa muito engraçada que aconteceu comigo foi durante o caminho até chegar em casa. Combinei com uma amiga minha, carioca, a Beta, de fazermos uma dupla de 'black girls' estilo meio 'Bond Girls' dos anos 70 e, assim, fizemos a fantasia com o principal adereço: a peruca black. Enfim, saí de casa a pé para pegar o metrô e, desde que saí, todo mundo me olhava, me davam sorrisos e, dentro do metrô, vieram punks me abraçar e falar 'paz e amor', 'você é linda', 'seu cabelo é demais'. Um outro grupo de jovens que já estava dentro do metrô puxou papo, falou da paz e que não se viam mais hippies pelas ruas e etc...enfim, eu me senti realmente um personagem e o mais engraçado é que normalmente os alemães não abrem nem um sorrisinho pra você. Mas, neste dia, recebi sorrisos de todos. Deveria ser carnaval todos os dias, não? O mundo seria mais colorido e divertido.

A festa no Br 101 foi perfeita, galera brazuca reunida, os gringos tentando ser brasileiros; o que é mais hilário ainda. O Brasil é muito querido por todos e, inclusive, pelos alemães. Quando você fala que é brasileira, sabe as três coisas que eles falam primeiro? Brasil: carnaval, samba, caipirinha. E é esse nosso país tropical, cheio de festa, alegria e calor humano.

Inveja de quem está no Brasil, mas este fim de semana também tem festinha brazuca em Berlim. Bom carnaval, galera.

Beijos."

Texto enviado por Sonia Bernardes

"Era carnaval...Eu e meu amigo, como fazíamos todos os anos, confeccionamos nossa fantasia. Caprichamos muito e ela ficou linda. No baile de salão do clube que freqüentávamos, participamos do concurso de fantasia.

Bem para nossa surpresa, ganhamos o concurso e a maior surpresa veio quando o diretor do clube nos pediu que deixássemos a vitória para sua amante que estava com sua fantasia toda destruída por ter sido descoberta pela mulher dele que tinha lhe dado uns bons tapas. A justificativa que ele nos deu foi que ela estava muito triste pelo acontecido e, para amenizar a situação, queriam lhe proporcionar a alegria de vencer o concurso.

Bem, para "ATALHAR" a história, nós concordamos. Ao anunciarem o resultado, além dos tapas, ela ganhou foi uma tremenda vaia.

Foi muito louco tudo o que aconteceu e também inesquecível.

Aproveitando, mando um alô para esse meu amigo que não nos vemos faz uns bons 20 anos.

Beijo a todos que curtem uma festa de carnaval."

30/01/2008

Texto enviado por Miwky Abe, de Salvador-BA

"Num certo ano, esqueci que era carnaval.

Peguei um buzu, que não foi até o destino final. Fiquei pirada, mas nem me toquei da interdição das ruas, achei que pudesse ter acontecido algum acidente.

Saí ali nas imediações do politeama e ia em direção ao Canela.

Daqui a pouco, quando eu chego naquele corredozinho do Campo Grande, aquele que tem o quartel e que dá pra avenida contorno... olha o Chiclete com Banana vindo!!

Man, eu ainda fui em frente, mas a massa me imprensou na parede, me segurei nela, depois larguei pra segurar a roupa.


Fui na casa da minha tia e ela, sacana que é, também não comentou nada. Quando cheguei na casa dela, toda estrupiada, ela ficou rindo da minha cara.

Ela ainda me ofereceu pra passar o carnaval todo lá, já que eu não ia conseguir voltar pra casa.

E eu?

Dei uma de Highlander e me piquei. Desci o vale do Canela e fui andando pra o Mercado Modelo.

Só pra explicar, aquele ano o Chiclete saiu no primeiro dia.

Miwky, nunca mais esquece que é carnaval."

UOL Blog